O ETF SMAL11, que acompanha o Índice Small Cap da B3, movimentou em média R$ 1,63 bilhão por dia no início de outubro, cerca de 15% acima do BOVA11, ligado ao Ibovespa. No acumulado do ano até 13 de outubro, o volume médio diário do SMAL11 cresceu aproximadamente 72%, para R$ 320 milhões, ante R$ 186 milhões em 2025, segundo levantamento da B3. Fonte: B3.
Volume do SMAL11 acelera em outubro
O crescimento de negociação se acelerou entre 7 e 13 de outubro: nos quatro pregões, o SMAL11 registrou média de R$ 2,14 bilhões por dia e superou o BOVA11 em todos eles. A bolsa também informou alta no número médio de cotas negociadas, de 1,8 milhão para 2,7 milhões por dia. Esses números medem giro de mercado, não valorização da cota.
A participação de institucionais respondeu por 56,2% do volume do SMAL11 e a de investidores não residentes, por 39,9%. A B3 ressalta que participação nas operações não equivale a entrada líquida de recursos: um mesmo investidor pode comprar e vender durante o período.
O que o giro não revela
Para quem acompanha o segmento, a expansão mostra maior liquidez e interesse recente, mas small caps podem ter maior volatilidade e menor liquidez individual que ações de grande capitalização. O investidor deve avaliar composição do índice, custos, risco e horizonte, sem interpretar o ranking de volume como recomendação.






