O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) colocou em vigor um regime especial para reforçar a segurança do fornecimento de energia durante o segundo turno das eleições deste domingo (25). O plano começou à meia-noite de sábado e seguirá até as 7h de segunda-feira (26).
Entre as medidas estão restrições a manutenções e intervenções programadas que possam afetar o Sistema Interligado Nacional (SIN), além do monitoramento intensificado da rede elétrica e das condições meteorológicas. Empresas de geração, transmissão e distribuição foram orientadas a manter equipes de sobreaviso.
Como funciona o regime
O ONS coordena a operação do sistema elétrico nacional e pode orientar ajustes operacionais para reduzir riscos em períodos de maior sensibilidade. O regime não significa que haja falta de energia ou que uma interrupção esteja prevista; trata-se de um conjunto preventivo de procedimentos.
A adoção segue resolução do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que prevê ações adicionais em eventos de relevância nacional. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, o relatório citado pela Agência Brasil não apontou ocorrências na rede de operação que interrompessem cargas ou afetassem a votação.
Monitoramento do sistema durante a apuração
O período especial cobre a votação e a apuração e termina na manhã de segunda-feira. As empresas mantêm equipes disponíveis para responder a ocorrências, enquanto o operador acompanha as condições do sistema e do tempo.
Os detalhes foram informados pelo ONS e publicados pela Agência Brasil. O conteúdo trata da segurança operacional da rede, sem abordar candidatos ou disputa eleitoral.






