As exportações brasileiras somaram US$ 34,42 bilhões em setembro de 2026, alta de 12,9% sobre o mesmo mês do ano anterior. As importações recuaram 2,4%, para US$ 26,68 bilhões, e o superávit comercial chegou a US$ 7,74 bilhões, crescimento de 146,4% na comparação anual, segundo os dados consolidados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
O resultado reflete a diferença entre o valor exportado e o importado no mês. A corrente de comércio — soma das duas pontas — avançou 5,6%, para US$ 61,10 bilhões. O indicador é útil para acompanhar a intensidade das trocas, enquanto o saldo mede a diferença entre vendas e compras externas.
Setores tiveram ritmos diferentes
Na exportação mensal, a agropecuária avançou 4,8%, a indústria extrativa cresceu 39,8% e a indústria de transformação subiu 5,3%, sempre ante setembro de 2025. A forte variação da extrativa contribuiu para o aumento do total, mas a publicação não atribui o resultado a um único produto.
No acumulado de janeiro a setembro, exportações cresceram 10,4% e importações 5%; o superávit chegou a US$ 62,40 bilhões. Os valores são nominais em dólares e não medem, isoladamente, volume físico ou rentabilidade dos exportadores. As tabelas por setor e produto estão na base de dados do MDIC.






