A capacidade de geração elétrica em operação no Brasil aumentou 1.968,37 megawatts (MW) em agosto de 2026, com a entrada comercial de 20 usinas, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O conjunto incluiu 15 centrais solares fotovoltaicas, três termelétricas e duas usinas eólicas.
As novas unidades solares responderam por 891 MW de capacidade; as termelétricas, por 100,87 MW; e as eólicas, por 76,50 MW. Os valores descrevem potência instalada que passou a operar, não a quantidade de energia efetivamente gerada ao longo do mês. A produção depende, entre outros fatores, da disponibilidade de recurso energético e das condições operacionais.
Expansão anual passa de 4,8 GW
De janeiro até o fim de agosto, 91 usinas começaram a operar, acrescentando 4.852,78 MW à matriz. A ANEEL listou 75 centrais solares, seis termelétricas, três eólicas, cinco pequenas centrais hidrelétricas e duas centrais geradoras hidrelétricas.
A expansão amplia a capacidade potencial do sistema, mas não equivale a energia firme disponível em todas as horas. Fontes variáveis exigem integração com transmissão, armazenamento, geração flexível e planejamento de operação. A lista de usinas e os números oficiais estão na publicação da ANEEL.






