A Procter & Gamble (P&G) registrou vendas líquidas de US$ 23,3 bilhões no primeiro trimestre fiscal de 2027, encerrado em setembro, alta de 4% sobre um ano antes. As vendas orgânicas — que excluem efeitos cambiais e de aquisições e desinvestimentos — também cresceram 4%, segundo o balanço divulgado em 22 de outubro.

O lucro diluído por ação foi de US$ 1,97, avanço de 1%; o lucro por ação ajustado, chamado pela empresa de core EPS, chegou a US$ 2,00, também 1% acima do ano anterior. O crescimento da receita foi parcialmente compensado por custos operacionais mais altos, de acordo com o comunicado.

Caixa e retorno aos acionistas

O fluxo de caixa operacional somou US$ 5,8 bilhões e o lucro líquido, US$ 4,8 bilhões. No trimestre, a companhia informou ter devolvido US$ 3,9 bilhões aos acionistas: US$ 2,6 bilhões em dividendos e US$ 1,3 bilhão em recompra de ações.

A empresa manteve as faixas de orientação para crescimento orgânico, lucro por ação ajustado e geração de caixa livre. Atualizou, porém, a previsão de crescimento das vendas totais para 2% a 4% no exercício fiscal, considerando a aquisição da Thorne a partir de 1º de outubro. A P&G atribuiu parte da diferença entre receita e lucro ao aumento de custos; os números completos estão no relatório trimestral da companhia.